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  • Quem pode correr diversas velocidades?

    27

    Jan
    27/01/2012 às 10h33

    Qual a velocidade que você gostaria de se ver realizando em provas diversas? Seria assim, seis minutos por quilômetro? Cinco minutos por quilometro? Ou menos que isso? Será que você ainda é um daqueles corredores que só consegue andar e correr ou ainda corre muito lento? E em qualquer que seja a sua prova?

    A verdade esta em cima de um pequeno fato, situado no início de todo o treinamento para corrida. Chama-se “pessoal”. Isso mesmo. São fatores pessoais que determinam o ritmo de sua corrida, seja agora, amanhã ou ontem.

    Como isso esta estruturado? Bem, é necessários que falemos um pouco sobre a resistência física geral, a determinação, a Genética, a qualidade de vida e a intensidade de treinamento a que você “pode” suportar fazer, todos os dias.

    Não é fácil para uma pessoa que vive em grandes cidades, começar a correr da noite para o dia e ainda por cima, ser cobrada para que corra mais rápido, mais longo e mais bonito ainda, do que no momento, pode corresponder.

    Então, vou contar alguns segredos, de milhares e milhares de pessoas, que tentam correr todos os dias, e não conseguem obter melhores resultados. Algumas até agonizam, em ritmos muito lentos, e outras seguem seu caminho, sofrendo com lesões. E outras, aí sim, que atingem seus objetivos, aumentando a velocidade e a resistência. Algumas pessoas se diferenciam pelo “dote” mais evidente para correr, que torna a prática, melhor. Outras possuem em sua cabeça, maior determinação, que as faz diferentes das demais. Outras, já iniciam a prática da corrida, com um corpo mais magro, o que ajuda, evidentemente, desde o início de qualquer atividade esportiva.

    Mas, como será que tudo isso pode seguir um rumo melhor e mais humano?

    Corrida mais lenta no início: Para todos os corredores, sem distinção.

    Corrida mais rápida: Para aqueles que já cumpriram mais de seis meses de treinamentos e se encontram treinados, notam melhoras na função cardiorrespiratória e, além disto, apresentam facilidade na hora de correr, com batimentos cardíacos bem abaixo do que experimentava outrora.

    Corrida em provas diferentes: A corrida em distâncias diferentes pode ser uma tarefa bastante difícil, dada a complexidade de estratégia de ritmo de prova, principalmente se você é uma pessoa bastante exigente e criteriosa. Por exemplo, se um corredor esta acostumado correr uma prova veloz, de 5 km, e tenta correr uma de 15 km, sem atentar-se para a velocidade e distância possíveis para as duas provas, poderá amargar a famosa “quebra”. Certamente você já ouviu falar neste termo; “quebra”, ainda uma barreira, experimentada por muitos atletas do mundo, como sendo “a barreira dos 30 km”. Este exemplo, utilizado equivocadamente, dá a impressão aos corredores de maratonas, que é fato. Todos os corredores terão estas sensações.

    Como já evidenciei em um de meus artigos, não é obrigação ter a quebra, como parte integrante do treino e da competição, e nem tão pouco, caso de sorte. É sim, um descuido estratégico para os corredores que delas participam. E no nosso caso, as diferenças entre distâncias e características de altimetria, temperatura, condições, agravados pelas condições emocionais, podem nos permitir estes deslizes.

    Vamos ao que importa:

    Se você tem até seis meses de treino, tente realizar as provas mais curtas. Mas, se você é daqueles corredores corajosos e não temem as distâncias, leve em consideração o ritmo constante de sua corrida, do início ao fim, sem diferenciar a velocidade pela distância ou pela facilidade que a prova permite.

    Se você tem mais do que seis meses de treino, Certamente terá maior facilidade em manter-se dentro de um ritmo e talvez consiga aumentar a velocidade da prova, depois da sua primeira metade. Esta será uma tática interessante que preservará a sua integridade e o afastará da “quebra”.

    A velocidade da prova, no início, é uma armadilha para todos os níveis de corredores: Provavelmente você já deve ter experimentado aquela emoção de largar, sentindo-se muito bem, sem nenhum tipo de cansaço e após a metade da prova, sentir que não tem mais pernas. Se aconteceu, você foi vítima de um destes deslizes que acometem muitos corredores, todos os dias e no mundo inteiro, e que pode acontecer em treinos também. Neste caso, tem duas situações prováveis: ou você ainda não atingiu o estágio necessário para correr muito bem, sem temer a velocidade e as oscilações dessa velocidade, ou você correu muito acima da velocidade de que é possível para o seu corpo se manter bem, após esta falha estratégica.

    É verdade que um ritmo ótimo é a que os corredores experientes demonstram em provas de 15, 21 ou até mesmo as maiores, como o caso da maratona. O atleta que ganha uma prova de 15 km, nos dias de hoje, chega a tingir a incrível velocidade de 30 k/h e depois, ainda sustentar os 20 k/h, sem muito cansaço. Por outro lado, os quenianos e etíopes, geralmente desenvolvem estratégias de grupo, onde fica determinada uma hierarquia de esforço, dentro de uma ordem, e a velocidade vai se mantendo alta, até o final, quando um dos componentes do grupo ganha a prova.

    Para seus próximos treinos e provas, defina a velocidade e pratique a estratégia que dará ótimos resultados para sua felicidade.

     

    por Miguel Sarkis

     

  • Coxas grossas podem proteger a saúde

    26

    Jan
    26/01/2012 às 20h04

    Cientistas dinamarqueses descobriram que pessoas com coxas grossas têm menos chances de ter problemas cardíacos

    A gordura estocada no organismo faz muito mais mal do que bem, isso todo mundo sabe. Além de prejudicar a silhueta, ela também atrapalha a saúde, mas cientistas dinamarqueses descobriram que quando a gordura está localizada abaixo da linha da cintura, como nas coxas, pode estar relacionada à prevenção de certas doenças.

    O estudo foi divulgado no site da Universidade de Harvard (EUA) e contou com a participação de 2.816 voluntários de ambos os sexos e idade entre 35 e 65 anos que não tinham doenças cardíacas ou derrame. A constatação dos pesquisadores foi de que pessoas com coxas grossas têm chances menores de sofrer problemas cardíacos e morte prematura do que aqueles com coxas finas. 

    Em números, a circunferência das coxas, quando medida no local onde elas se encontram com o bumbum, acima de 62 cm era a mais protetora. A medida das coxas poderá se tornar um detector independente de risco, quando combinada a outros fatores analisados pelos médicos, como pratica de exercícios, tabagismo, altos níveis de colesterol e triglicérides, alcoolismo, pressão arterial e menopausa. 

    Os cientistas de Harvard ressaltaram que o estudo ainda precisa de mais análises, já que os dinamarqueses não estudaram a composição da coxa e, por isso, não determinaram se a proteção viria de mais músculos, mais gorduras ou a combinação dos dois.

     

    http://www.educacaofisica.com.br/noticias/coxas-grossas-podem-proteger-a-saude-diz-estudo

  • Exercício intenso provoca mais queima de calorias após treino?

    05

    Mai
    05/05/2011 às 14h40

    Dependendo para quem se faz a pergunta, a resposta a esta questão tanto pode ser um dos maiores mitos dos exercícios físicos ou uma das grandes verdades menosprezadas: existe mesmo um efeito de queima de calorias adicionais após a malhação?

    É uma questão antiga saber se o metabolismo acelera ou não durante horas após o exercício físico. O tema foi estudado pela primeira vez há um século e, ao longo dos anos, estudo após estudo, a ideia tem sido testada com resultados ambíguos.

    Alguns pesquisadores não encontraram efeitos após o exercício. Outros relataram efeitos tão pequenos que mal eram perceptíveis --um deles descobriu que triatletas masculinos queimavam apenas entre 12 e 30 calorias a mais após se exercitarem. Já outros constataram até 700 calorias adicionais gastas depois de uma longa e exaustiva sessão de ginástica.

    A última investida vem de uma investigação recente relatada pela publicação "Medicine & Science in Sports & Exercise". A autora principal, Amy A. Knab, da Appalachian State University, afirma que seu estudo é superior aos anteriores em função de um projeto cuidadoso. E os resultados são boas novas mais ou menos.

    Knab e seus colegas recrutaram dez homens, com idades entre 22 e 33 anos, que aceitaram passar dois períodos de 24 horas numa câmara metabólica, uma saleta que mede o gasto calórico de quem está dentro dela. Nem todos os homens eram atletas, mas precisavam ser capazes de pedalar uma bicicleta com vigor.

    Na primeira visita à câmara, eles tinham de permanecer completamente parados, sentados numa cadeira e movendo apenas os músculos ligados à alimentação introduzida por meio de uma câmara de compressão. À tarde, eles podiam se alongar durante dois minutos por hora. Eles deveriam dormir às 22h30. Às 6h30, eram acordados e dispensados. Em média, os voluntários queimaram 2.400 calorias nesse dia totalmente sedentário.

    A segunda visita à câmara acontecia dois dias depois. O processo era o mesmo, com uma exceção. Às 11h, eles pedalavam numa bicicleta ergométrica durante 45 minutos em alta intensidade.

    O exercício em si queimou em média 420 calorias, segundo Knab e seus colegas. Só que o mais interessante eram as calorias gastas depois. Nas 14 horas seguintes, os homens gastaram 190 calorias adicionais, aumentando o gasto calórico em 37%. "Foi uma surpresa." A pesquisadora achava que mais calorias poderiam ser queimadas, mas ela não esperava tantas nem por tanto tempo.

    Ela suspeita que um dos motivos desse efeito tão pronunciado se deve ao fato de o exercício ser muito intenso. Os homens passaram por um ciclo de 70% da VO2 max, a quantidade máxima de oxigênio que a pessoa pode inalar durante o exercício --um esforço que os faz respirar forte demais para conversar. E eles precisavam manter essa taxa por 45 minutos.

    Um estudo diferente, também usando a câmara metabólica, testou os efeitos do exercício moderado e não constatou a queima adicional. Nesse caso, os voluntários se exercitaram a 50% da VO2 max, nível que ainda permite uma conversação.

    Claude Bouchard, cientista do Centro de Pesquisa Biomédica Pennington de Baton Rouge, Louisiana, investigou o efeito pós-exercício com métodos convencionais, usando bocal e protetor nasal ou uma espécie de capuz ventilado, para determinar o oxigênio inspirado e o dióxido de carbono exalado. A partir dessas medidas, os pesquisadores podem calcular as calorias consumidas.

    Segundo Bouchard, eles descobriram que quando os exercícios são feitos da forma correta (e muitos não o são), calorias extras são queimadas horas após o esforço --mas somente quando os voluntários se exercitavam com a mesma intensidade e durante o mesmo tempo que as cobaias do estudo de Knab. Caso se exercitassem com intensidade maior ainda, queimariam ainda mais calorias.

    Um livro recente que Bouchard e um colega editaram comenta dois estudos que constataram o efeito. Os pesquisadores descobriram que se os voluntários corressem a 70% da VO2 max ou pedalassem a 75% dela, eles poderia queimar entre 300 e 700 calorias adicionais depois do fim do exercício, embora 700 calorias fossem incomuns.

    Não está claro por que calorias extras são queimadas depois de um período de exercício intenso, diz Bouchard. Parte do efeito pode se dever ao metabolismo energético após o exercício --o corpo começa a usar mais gordura e menos carboidratos na sequência de uma sessão forte de exercícios. Vários hormônios liberados durante o exercício permanecem elevados no sangue, acelerando o metabolismo. E as calorias adicionais podem ser consumidas quando o corpo reabastece o estoque de glicogênio, o açúcar armazenado nos músculos. Contudo, de modo geral, o efeito continua um mistério.

    Seja qual for a causa, garantem os pesquisadores, as calorias adicionais queimadas após o exercício podem ajudar as pessoas a perder peso.

    Infelizmente, quem pode perder maior quantidade de peso talvez sofra mais fazendo o exercício que gera a queima extra.

    A diretriz usual para a saúde geral é de 30 minutos de exercício moderado na maior parte da semana, o que é possível para a maioria das pessoas e deve melhorar a saúde cardíaca, mesmo que não queime calorias a mais. Segundo Bouchard, "esse é o tipo de exercício moderado que nós recomendamos esse é o alvo".

    Do "New York Times"

  • Saiba como a água pode ser sua aliada na perda de peso

    20

    Fev
    20/02/2011 às 16h11

    Água pode ajudar a aumentar massa muscular e traz sensação de saciedade

    Além de cumprir uma extensa lista de funções vitais ao organismo, a água desempenha um papel fundamental na manutenção e perda de peso. Segundo a nutricionista da Vitta Exercício e Clínica de Saúde, Denise Pinto, quando combinada a bons hábitos alimentares, a água pode ajudar a aumentar massa muscular e traz sensação de saciedade, evitando que se coma demais.

    De acordo com a especialista, aliada à alimentação saudável e à prática de exercício físico, a água consumida adere ao compartimento intracelular do músculo, resultando no aumento da massa muscular.

    — Isso faz com que a nossa taxa metabólica basal (quantidade de calorias que o corpo utiliza em repouso para o funcionamento dos órgãos) aumente. Ou seja, vamos queimar mais calorias quando estivermos em repouso — explica Denise.

    Segundo ela, confundir sede com fome é muito comum, e a maioria das pessoas opta por comer ao invés de beber um copo de água. Por isso, ela recomenda:

    — Sempre que você sentir aquela fome de repente, beba água para ver se não é sede.

    Esse hábito promove ainda uma maior sensação de saciedade. Ter uma garrafinha de água por perto, e beber com frequência evita que você busque um doce ou outro alimento calórico.

    Preferir a água gelada também é uma forma de queimar calorias. Segundo a nutricionista, o organismo precisa trabalhar mais para que a temperatura corporal seja restabelecida.

    — Entretanto, a queima é mínima, em torno de uma caloria por litro de água ingerida. Por isso, devemos tomar bastante água ao longo do dia — orienta Denise.

    No entanto, conforme a especialista, existem alguns momentos em que a água pode mais atrapalhar do que ajudar. É o caso das refeições, quando o consumo deve ser moderado.

    — Nas refeições, como o almoço e jantar, consumimos alimentos ricos em proteínas, fibras e carboidratos. Quando ingerimos muito líquido junto, o nosso estômago tende a aumentar. Esse aumento faz com que possamos comer cada vez mais, aumentando assim o peso.



    PREJUÍZOS DA FALTA DE INGESTÃO DE ÁGUA

    :: Dificulta a regulação da temperatura corporal

    :: Reduz a lubrificação das articulações

    :: Compromete o transporte de vitaminas e minerais para as células

    :: Dificulta o trabalho dos rins que filtram as toxinas do nosso organismo

    QUAL A QUANTIDADE DIÁRIA RECOMENDADA DE ÁGUA?

    :: Recomenda-se que para cada 1000kcal devemos ingerir um litro de água. Ou seja, se tenho uma dieta de 2000kcal, devo então ingerir 2 litros de água/dia.

  • Nova ferramenta de gasto calótico!

    20

    Fev
    20/02/2011 às 16h05

    Asics Gel Noosa Tri 6
  • Caminhada pode ajudar a reduzir desejo de fumar e de comer

    11

    Jan
    11/01/2011 às 20h35

    Bastam 15 minutos de caminhada para diminuir "desejos" por junk food.
    Caminhadas rápidas também diminuem os sintomas de abstinência do fumo.

    Se sua promessa de Ano Novo é eliminar um mau hábito ou reduzir a quantidade de alimentos e perder alguns quilinhos, um truque simples, porém negligenciado, pode ajudar: caminhar. Quanto às estratégias de perda de peso, esta não é a mais glamurosa, mas estudos descobriram que uma caminhada acelerada ao redor do quarteirão pode aliviar significativamente os "desejos", seja por junk food ou acender um cigarro.

    Num estudo de 2008, pesquisadores recrutaram um grupo de pessoas que comiam chocolate regularmente --indivíduos que comiam pelo menos duas barras de chocolate por dia-- e os fizeram passar por um período de três dias de abstinência. Então os pesquisadores dividiram os participantes em grupos, colocando-os para trabalhar em testes cognitivos difíceis para aumentar o nível de estress e tentando-os com barras de chocolate já sem embalagem.

    Os pesquisadores descobriram que, se os participantes caminhavam por 15 minutos numa esteira, a um ritmo acelerado, mas sem ser cansativo, eles tinham muito menos probabilidade de sofrer de "desejos" e até apresentavam menor pressão arterial quando manuseavam barras de chocolate.

    Em outros estudos, os cientistas observaram os efeitos de caminhadas rápidas sobre o desejo de fumar. Um estudo de 2005 mostrou que os fumantes que eram instruídos a se absterem do cigarro por um dia tiveram rápidas reduções na vontade urgente de fumar quando faziam caminhadas "de baixa intensidade, em seu próprio ritmo" por pelo menos 15 minutos.

    Outro estudo, de 2007, mostrou que caminhadas rápidas não apenas reduzem a vontade de fumar, mas também os sintomas de abstinência, além de aumentarem o tempo entre um cigarro e outro.

    Conclusão: Estudos mostram que uma caminhada acelerada pode aliviar o desejo de fumar e ajudar a combater um mau hábito.

    Por ANAHAD OCONNOR
    Do "THE NEW YORK TIMES"

  • A gente nunca para

    23

    Dez
    23/12/2010 às 13h27

    Meu relógio biológico é um cronômetr.

    Aliás, tempo sempre foi tudo na minha vida. Para que esperar 9 meses para nascer? Fiz em 7 e meio. Engatinhei cedo e dispensei o andador, andar não é comigo, tanto é que o primeiro passo que dei passou despercebido pela corridinha logo a seguir. Hoje não é diferente: acordo pensando em correr, durmo pensando em correr, só não vou para a cama de tênis porque nenhum pijama combina com ele. Se um dia me oferecerem uma biografia, abro mão pelo livro dos recordes. Só não contem comigo na noite de autógrafos: nessa hora, estou correndo...

  • Dicas para pedalar sem dor

    15

    Dez
    15/12/2010 às 18h28

    Com novatos, o problema é geralmente um bike fit errado ou falta de uma ajustamento descente. Mas para quem anda regularmente, o motivo de dores que aparem do nada é o desgaste do equipamento básico, o corpo. Lembre-se, para cada idade temos um bike fit diferente.

     Quadril

    O que e por que: Pegar forte em marchas pesadas pode causar estragos ao seu quadril, assim como músculos travados e glúteos fracos.

    O que fazer: Alivie a marcha e aumente a cadência para tirar a pressão dos quadris. Faça exercícios para fortalecer os glúteos. Use a yoga para se alongar, a posição do pombo onde uma perna dobra 90 graus na frente e a outra fica esticada atrás faz um trabalho legal para destravar seus músculos. (figura)

     Joelhos

    O que e por que: Dores nos joelhos é resultado de um posicionamento errado do selim e/ou da presilha no pedal, do pouco condicionamento muscular da lateral do glúteo e de forçar demais antes da hora, especialmente com a coroa maior do pedivela.

    O que fazer: Geralmente, se dói na frente do joelho, o seu selim esta muito baixo. Dor atrás quer dizer muito alto. Fortaleça seus músculos laterais dos glúteos com exercícios de agachamento ou levantamento lateral de pernas. Alongue seu quadril e o ciático. Acerte a posição do selim usando um serviço de bike fit profissional se caso não souber como fazê-lo.

     Pés

    O que e por que: Pontos quentes, dor sob a bola do pé, dedos dormentes quando a pressão fica concentrada em uma parte da sola apertando os nervos contra os ossos. E alguns desses sintomas aparecem para ciclistas experientes que nunca tiveram problemas. Isto porque, com o tempo perdemos gorduras no pé que protegiam os nervos deixando-os mais expostos a pressão.

    O que fazer: Para dormência, afrouxe o tênis ou sapatilha. Se já estiver frouxo, troque por um mais largo. Para queimação, tente outras posições para o clipe em relação à sapatilha, use solados mais duros ou tente pedais com plataformas maiores. Se você pedala muito, deve trocar de calçado regularmente, talvez uma vez ao ano.

     Costas

    O que e por que: Fadiga, desgastes relacionados à idade, um bike fit errado ou não feito e falta de condicionamento causam dores e tensão nas costas.

    O que fazer: Faça exercícios para fortalecer as costas e abdômen. Alongue o ciático. Cheque seu bike fit pra ver se não há desequilíbrios que estejam forçando demais seu corpo. Tenha em mente que ao longo da vida seu posicionamento na bike vai mudando para compensar a flexibilidade que diminuí.

     Mãos

    O que e por que: Excesso de pressão nos nervos pode causar dormência, dedos formigando e dores no pulso. Posicionamento errado dos pulsos em ângulos extremos e peso demais sobre as mãos são outros fatores que causam problemas.

    O que fazer: Use luvas acolchoadas. Segure o guidão deixando os pulsos em uma posição neutra, sem dobrar muito. Cheque seu selim para ver se a inclinação não esta te jogando muito a frente fazendo que seu peso seja suportado pelas mãos.

     Pescoço

    O que e por que: Guidão avançado causa tensão nos ombros e na parte superior das costas.

    O que fazer: Quando você olha para a roda da frente com as mãos nas manoplas, o guidão deve obstruir sua visão do cubo. Tudo tem que estar em linha. E quando estiver pedalando, relaxe seus ombros.

     Tornozelos

    O que e por que: Dor na parte de trás do tornozelo é sintoma de tendinite no tendão de Aquiles. Isso vem de fazer muito antes da hora. Outro motivo é a presilha estar muito perto da ponta do pé, o que faz você pedalar na ponta dos dedos forçando o tendão.

    O que fazer: Se for só incômodo, alongamentos usando um degrau devem resolver. Havendo dor, indica inflamação. Nesse caso, gelo e tratamento com antiinflamatórios podem ser necessários. Mas para tomar remédio, consulte o médico antes.

  • A importância das frutas na alimentação de triatletas

    13

    Dez
    13/12/2010 às 18h56

    Se você alguma vez já viu uma Pirâmide Alimentar sabe que o ideal é consumirmos de 3 à 5 porções de frutas por dia, adicionado à ingestão de leguminosas, verduras, laticínios, proteínas, carboidratos e gordura. Respeitando o recomendado não é necessário fazer o uso de suplementos vitamínicos. Mas e quanto ao atletas? Essa recomendação é suficiente ?

    Para atender todas as necessidades de nutrientes essenciais na dieta de atletas e desportistas, recomenda-se uma alimentação amplamente variada. Muitos atletas (principalmente os triatletas) que precisam de um aporte grande de calorias, acabam deixando de lado as frutas, sabendo que essas não são suficientemente calóricas. Porém, não podemos esquecer que o desportista precisa ingerir fontes de vitaminas e oligoelementos e, pela produção excessiva de radicais livres, fontes de alimentos antioxidantes. As frutas, além de conterem todos esses elementos essenciais, ainda são compostas também por água, carboidratos, fibras, proteínas e minerais.

    Mesmo com um mercado abrangente de suplementos, as vitaminas não são substituíveis por comprimidos, muitos dizem que sim, mas elas são melhores assimiladas sob forma in natura. A substituição de frutas por pílulas não previne carências vitamínicas.

    Os oligoelementos encontrados nas frutas e vegetais tais como: selênio, silício, magnésio e molibdênio são importantes em diversos processos fisiológicos, fundamentais para atletas.

    Todas as frutas cabem na dieta de um desportista, quanto maior a quantidade de frutas ingeridas durante o dia, maior vai ser quantidade de vitaminas ingeridas. É importante “caprichar” na variedade das frutas, por causa dos nutrientes de cada uma. O ideal é que sejam consumidas 3 frutas diferentes ao longo do dia, e não ao mesmo tempo, para absorver de maneira correta.

    O único cuidado que o atleta deve ter é com as frutas ricas em fibras (exemplos: laranja com bagaço, goiaba, tangerina e manga), que não devem ser consumidas antes do treino, pois podem causar desconforto gástrico e prejudicar a performance durante o treino.

    Antes do treino deve-se dar preferência às frutas de rápida absorção como banana, melancia e melão.

    Hoje em dia existe uma variedade de frutas muito grande no mercado, pode-se consumir frutas in natura (modo natural), frutas secas (modo o qual água é retirada por processos industriais) e frutas oleaginosas (são sementes riquíssimas em nutrientes).

    As frutas secas apresentam uma fonte mais concentrada de calorias, fibras e açúcar natural além de ter um prazo de validade muito maior que as naturais. Porém não contém água e parte dos nutrientes podem ser perdidos durante o processo de “secagem”.

    As frutas oleaginosas possuem alto teor calórico, são ricas em vitamina E e ômega 3, selênio (muito importante para atletas), além de outras vitaminas, minerais, fibras e antioxidantes.

    O importante é não deixar de consumir e abusar das variedades que existem.

    Dra. Priscila Dabaghi
    Nutricionista
    Mestre em Ciências – Bioquímica
    Atuação profissional e docência a nível de graduação e pós graduação na área de Nutrição Esportiva

  • Consumir refrigerantes aumenta risco de diabetes e elevam chances de síndrome metabólica

    08

    Dez
    08/12/2010 às 21h28

    A ingerir dois copos de bebidas, como refrigerantes que contenham açúcar refinado, por dia aumenta os riscos de diabetes do tipo 2 em 26%, diz um estudo feito pela Harvard School of Public Health. Além disso, esse tipo de bebida ainda é um fator que eleva os riscos de síndrome metabólica em 20%. Entre as bebidas que podem ser prejudiciais estão refrigerantes, sucos de fruta industrializados, chás gelados, bebidas energéticas e vitaminas que são compradas já prontas.

    A pesquisa foi feita a partir de outros 11 estudos, que observaram mais de 300 mil homens e mulheres, com idades entre 21 e 84 anos. Os hábitos alimentares dessas pessoas foram analisados durante um período de quatro a 20 anos a fim de descobrir quais alimentos poderiam aumentar as chances de diabetes e síndrome metabólica.

    O resultado dos estudos mostrou que das 15 mil pessoas que desenvolveram diabetes e nove mil que tiveram síndrome metabólica, a maioria bebia com frequencia bebidas que tinham açúcar refinado. Os autores dos estudos levaram em conta fatores que poderiam influenciar o resultado, como casos de diabetes na família, sexo, peso, idade e o consumo de outros tipos de alimentos.

    A relação entre bebidas adoçadas e o desenvolvimento de diabetes e síndrome metabólicas pode ser parcialmente explicada pelo aumento de peso causado pela ingestão de açúcar. As bebidas ainda podem aumentar a pressão e a concentração de insulina no sangue rapidamente, causando uma reação de resistência do corpo à insulina, o que pode elevar os riscos de diabetes.

    O estudo ainda aponta outros problemas que a ingestão de dois copos de bebidas açucaradas por dia pode causar, como cáries e doenças no sistema cardiovascular.

    De acordo com os pesquisadores, não é tão simples diminuir o consumo de produtos com açúcar. Uma das alternativas seriam as bebidas diet, livres de açúcar, mas segundo os pesquisadores esse tipo de produto também não é saudável, e ainda não se sabe quantos malefícios ela pode trazer ao organismo.

    A nutricionista Roberta Stella explica que a diabetes é uma doença crônica que ocorre quando o pâncreas não consegue produzir insulina suficiente ou quando o corpo não consegue utilizar a insulina produzida. Consequentemente, a quantidade de açúcar no sangue fica elevada, já que não há hormônios capazes de retirar o açúcar do sangue.

    Quatro substitutos para o refrigerante "As bebidas gaseificadas distendem o estômago dando uma falsa sensação de saciedade. Isso poderá antecipar a sensação de fome, podendo levar a um excesso alimentar durante o dia", explica a nutricionista Roberta Stella. A seguir, a especialista oferece opções muito mais refrescantes e saudáveis para você matar a sede:

    1. Água: é o melhor hidratante para o organismo. E, de quebra, não apresenta calorias.

    2. Água de coco: é uma excelente opção para aplacar a sede nos dias de calor intenso. Ela repõe os nutrientes perdidos através da transpiração. Mas cuidado: um copo de 200 mL contém 40 calorias.

    3. Água levemente gaseificada: apesar de conter menos gás do que os refrigerantes, o consumo deve ser moderado, evitando a distensão do estômago. Contente-se com um copo pequeno ou 200 mL.

    4. Sucos naturais: depois da água, eles formam a melhor opção hidratante para o organismo, fornecendo carboidratos, vitaminas e minerais. Entretanto, por serem calóricos, não devem ser ingeridos no lugar da água. Consuma, no máximo, dois copos por dia e prefira os sucos naturais feitos na hora. Assim, alguns dos nutrientes não são perdidos. É o caso da vitamina C que, por ser volátil, se perde com o calor do ambiente. E evite adoçá-los (se necessário, fique com adoçantes em vez do açúcar).

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